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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Sete Palmos


Os olhos sem brilho estavam arregalados na escuridão angustiante, enquanto estalavam as juntas e o cheiro podre exalava no compartimento de madeira. Os vermes entravam por todos os orifícios do corpo e saiam abrindo buracos na pele pálida e esverdeada. O cheiro de putrefação se misturava ao remanescente cheiro dos gazes que ainda existiam. E acima da caixa de madeira existia a terra, acima da terra, a grama, acima da grama, o ar e entre o ar, a vida, que sem remorso seguia viva...


6 comentários:

Oi, Perdido no Espaço!
Sua opinião é sempre importante. Aguardo!